segunda-feira, 2 de maio de 2011

Etapa 1 - Vouzela - Up and Down

Começou mais um campeonato Up and Down, e este ano, logo com umas das provas mais difíceis e duras: Vouzela. Ainda por cima, para dificultar mais um bocadito, chuva toda a semana, logo, lama para tornar o piso mais pesado e os singletracks mais perigosos. Mas uma prova do up and down que não seja exigente, não é prova do up and down, não é? eh eh

Tal como no ano passado, mais uma vez adorei o percurso, e só tive mesmo pena que o piso não estivesse seco para poder ter usufruído mais daqueles singletracks maravilhosos. Vinha algum pessoal a queixar-se que tinham que andar com a bike à mão, mas amigos, em zonas da Beira, técnicas e com muita pedra, isso também faz parte. O percurso era duro, e no gpsies.com, a meia tinha de acumulado quase 1500m.

Quanto à organização, esta não engana. Tudo óptimo!

A minha prestação
Este ano, apesar de treinar mais e melhor, e de me sentir bem, melhor que noutras alturas, a verdade é que não se tem notado muito nos resultados. Por isso fui mais descontraído para esta prova, sem cuidados especiais (tanto que no dia anterior foi jantarada com tudo o que isso implica), e acabou por ser prova onde me senti melhor e onde acho que consegui dar tudo o que podia dar. Apenas não foi melhor devido a problemas mecânicos na transmissão, com as mudanças, ora a não entrar, ora a saltar constantemente, obrigando-me a abrandar o ritmo naquele sobe e desce dos últimos 15 km. Mesmo assim, e por ter dado o que sentia que podia dar, venho satisfeito. Infelizmente isso não chegou para alcançar o top103, lugares que dão pontos. Nota-se claramente uma subida de qualidade competitiva, com muitos atletas, já usuais neste campeonato, e outros novos, a treinar e a andar muito bem. Sendo assim, considero o 117º em 195 atletas que terminaram a prova da meia maratona, um lugar aceitável, o que irei tentar melhorar até chegar ao top103.

sábado, 30 de abril de 2011

Up and Down 2011 - Centro/Norte


Inicia-se amanhã o campeonato Up and Down 2011 - Centro/Norte, organizado pelo Inatel. A primeira de sete provas é amanhã em Vouzela, e as restantes são Cantanhede, Castro Daire, Tondela, Seia, Mangualde e Aveiro.

Este ano as inscrições são muitas, estando já para esta etapa mais de 300 para a meia, e mais de 80 para a maratona. Tendo em conta que este é um campeonato competitivo, com etapas duras e exigentes, este é um número muito bom. E sabendo da qualidade organizativa e competitiva do ano anterior, só se espera mais um espectacular campeonato este ano.

Quanto aos meus objectivos, são modestos, mas são os adequados ao que treino e às minhas capacidades: pontuar em todas as provas possíveis, o que obriga a fazer um lugar nos primeiros 103 atletas. No ano anterior, nas últimas três provas, fruto de um treino mais regular, consegui alcançar esse objectivo, tendo chegado a fazer um 86º lugar. Este ano, devido à presença de mais atletas, e também devido ao facto de serem menos os lugares pontuáveis, as hipóteses de pontuar são menores, logo, qualquer posição dentro dos 103 primeiros já será uma vitória para mim.


Senhores, aqueçam os vossos motores (pernas lol)!

Que comece o campeonato!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Meia Maratona de Estremoz

Serra d'Ossa faz mossa!

É o lema deste evento, que faz da parte principal do seu percurso a passagem por esta serra alentejana. Cá para cima, para a Beira Alta, as serras são um pouco maiores, mais escarpadas e com subidas muito mais longas, mas agora já percebo a razão da frase. Um constante sobe e desce, autêntico "parte-pernas", com pequenas mas muitas subidas inclinadas, que exige bastante do físico. Ou seja, além das paisagens fenomenais, uma dureza a condizer.

Foi a minha primeira vez neste evento, e ia com excelentes recomendações, e por isso, com expectativas muito altas. E tirando alguns aspectos, elas confirmaram-se.


Aspectos positivos:

- organização muito boa, com tudo a funcionar bem, rapidamente, e sempre com disponibilidade;
- a partida num local apropriado, com controlo zero (cada vez mais importante face a comportamentos menos próprios) e numa zona bonita e com algum público;
- marcações excelentes (só mesmo no castelo, na parte final é que eventualmente poderia haver alguma dúvida, pois de resto, do melhor que tenho visto);
- abastecimentos não utilizei, apenas as águas, mas pareciam-me completos;
- o percurso, muito bom, duro qb e com belas paisagens, e sem o barro e lama de outras edições;
- uma temperatura óptima;
- estremoz (adoro a cidade, acho das mais bonitas do país eh eh).

Aspectos negativos:

- não é um aspecto negativo, mas sim menos positivo, mas penso que poderia ter havido mais pontos de água, dado o calor e o pó que secava rapidamente a garganta;
- os banhos no quartel, com poucas condições para tanta gente;
- o almoço, muito mauzinho... Serviu de consolo o belo do pão alentejano, a chouriça e o queijo, e a cervejinha fresquinha, visto que o prato principal, a quantidade e a simpatia de quem o servia, terem sido pouco mais que péssimos;
- a má educação de muitos atletas, que continuam a deitar o lixo fora em qualquer local. Lamentável!...

O local de concentração, dentro do regimento de cavalaria, com muito espaço, mas como viríamos a descobrir, sem as condições ideais.


A partida, com muitos atletas, e ali, perto da frente da partida, a Herbalife Team!



Paisagens fabulosas e trilhos fantásticos na Serra d'Ossa.



Um local mítico do percurso, a subida ao castelo de Evoramonte.

A chegada à linda cidade de Estremoz, com uma dura subida ao castelo antes da chegada à meta.


A minha prestação:





Fui para esta prova com o objectivo de um top100, e infelizmente falhei. Foi por pouco, mas alguns erros alimentares, aliados à minha já lendária má partida, impediram-me que conseguir algo que era perfeitamente exequível. A posição 114º, com 3h04, tempo total, em 426 atletas que terminaram (eram perto de 500 à partida) foi razoável, mas não boa. Tenho de aprender a não comer demasiado perto da partida, nem beber líquidos antes do início da prova. Primeiro, para não variar, comecei mal, lento, com as pernas muito pesadas, e apesar de estar bem posicionado, perto da linha de partida, rapidamente fiquei muito para trás, com muitos concorrentes a ultrapassar-me. Para ajudar à festa, e apesar de ter ido duas vezes ao wc, comecei logo com vontade de urinar outra vez, e essa vontade, com os kms, foi-se transformando em dores de barriga, aflito. Aos 20km, não aguentei mais e tive que parar. Entretanto, já mais aliviado, começo a pedalar mais contente, até que passados alguns minutos, começo a sentir-me mal disposto a arrotar ao que tinha comido uma hora antes da partida. Andei assim, enjoado e mal da barriga até aos 40km, onde fui obrigado a andar mais devagar, a gerir a situação, à espera que a má disposição passasse. Depois da subida de Evoramonte, finalmente passou e comecei a andar a um ritmo mais alto, constante, tendo aí ultrapassado o meu colega de equipa (grande Armindo, que deu uma saudável luta), e mais um grande número de outros atletas, acabando no fim por conseguir o 114º. Bastava ter feito menos 3 minutos, para ficar dentro do objectivo. Mas, dadas as condições, não foi mau, mas sei que podia fazer bem melhor, e mais uma vez, vou aprendendo com os erros cometidos, esperando melhorar numa próxima ocasião, que será a 1ª etapa do campeonato Up and Down, Centro/Norte, em Vouzela, das mais duras da competição.


Foi uma boa prova, num evento que, não tendo sido perfeito, recomendo vivamente, com bastante gente a andar muito e bem! Deixo aqui um abraço a todos os acidentados (que não foram poucos). Que as melhoras sejam rápidas, e as pedaladas voltem depressa!

terça-feira, 29 de março de 2011

Meia Maratona de Mangualde

Mais uma prova, e ainda por cima, aqui ao lado de casa. Infelizmente, e apesar de uma boa organanização e de um percurso numa zona na qual gosto muito de pedalar, vários factores contribuiram para que este dia me corresse mal...



A organização: Já começa a ser tradição as provas de Mangualde iniciarem-se junto à Câmara Municipal, e na minha opinião, dá logo outra graça ao evento. Evento bastante bem organizado, apenas pecando pelas marcações, que sendo boas, tiveram duas falhas na minha opinião: um ou outro local menos bem marcado (fiz mais um km à custa disso) e o material utilizado pouco adequado por ser pouco visível (a organização explicou que foi o material que lhes foi oferecido). Os reforços não utilizei pois não senti necessidade, e o almoço não comi pois fui ter com a família, mas pelo que ouvi, estava óptimo. Quanto ao banho, não o tomei de água fria, logo para mim, tendo em conta outras provas, já não é nada mau! lol A minha prestação: Foi um óptimo treino, mas uma má prova. Uma semana de treino mal planificada, com um treino de corrida inédito (6km) e a deixar-me em más condições físicas (grande burrice!!!), juntamente com problemas no joelho derivado da queda da prova do último domingo, teve os seus efeitos hoje. O joelho acabou por nem chatear muito, mas as ameaças de cãibras ao longo do percurso, juntamente com o cansaço acumulado desta semana, obrigaram-me a um ritmo mais baixo do que seria normal. Numa prova com 178 participantes, cheguei a 18km do fim classificado para cima do 100º lugar. Mauzinho... Nessa altura, comecei a sentir-me um pouco melhor, e coloquei um ritmo constante, e assim fui até ao fim, conseguindo o 76º lugar, tendo neste período ultrapassado 25 atletas. Pelo meio, a juntar às contrariedades atrás referidas, um engano, uma queda (a maltratar ainda mais o joelho lesionado) e problemas mecânicos. Ía com expectativas de um top50, mas com tantas coisas que correram mal (durante e antes), não deu. O percurso: O percurso foi muito bom, com dureza qb, com um acumulado de 950m. No entanto, neste dia, a dureza aumentou muito com a chuva, com lama e mais lama e com o terreno pesadíssimo. O percurso foi ainda caracterizado por ter muita pedra, sendo nalguns locais bastante técnico. De resto, percurso espectacular, com uma passagem junto ao grandioso mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, infelizmente abandonado, oferecendo-nos paisagens fabulosas, apenas um pouco estragadas pela chuva e pelo nevoeiro. Como forma de conclusão, devo dizer que esta prova fica marcada na minha agenda para o ano, pela boa organização (que, tendo sido a primeira, acredito que ainda melhorará mais) e pelo óptimo percurso (para o ano espero que esteja um tempo melhorzinho).

terça-feira, 22 de março de 2011

Meia Maratona Oliveira do Hospital

A primeira prova do ano. Num belo dia de Sol e calor, na bontia zona de Oliveira do Hospital, mas encostas da Serra da Estrela e Serra do Açor, palco ideal para andar de btt. Foram 45km de constante sobe e desce, com piso muitas vezes técnico e até bastante técnico, pesado devido ao terreno, ora molhado e com lama, ora a abarrotar de agulhas de pinheiro, a abrandar significativamente o andamento, e com um acumulado de 1253m. Foi um percurso duro, mas muito interessante, com single tracks fabulosos e zonas de rochas muito fixes e por vezes, perigosas. Numa dessas zonas tive uma queda bastante aparatosa, felizmente apenas com alguns pequenos ferimentos. Acabou por ser um excelente treino em ambiente competitivo, e deu para aferir da minha forma actual. Senti-me razoavelmente bem, mas apenas com duas semanas de treino mais intensivo não podia pedir muito mais. Perto do fim, a 5 km da meta, numa fase em que me sentia bastante bem e a andar num ritmo razoável, ao sair da bike devido a uma rampa perigosa, tive uma caimbra na perna. A partir daí, para não voltar a ter caimbras, tive que dosear bastante o esforço e abrandar o ritmo.



De resto, foi uma organização razoável, com muita vontade e alguns erros. De mais positivo tenho de referir o percurso, fantástico na minha opinião, duro e com muitos singletracks bastante técnicos, o ambiente, mais descontraído dado o número pequeno de atletas participantes, e a chegada, num palanque no meio da Feira do Queijo, com muita gente a assistir. Menos positivo foram os cruzamentos sem ninguém. As marcações estavam, salvas algumas excepções, boas e claras, mas muitos cruzamentos em estradas de alcatrão secundárias não tinham ninguém. É um aspecto a rever. Penso ainda que deveria haver indicações de perigo em muitos daqueles singletracks bastante técnicos, com grandes inclinações e muitas vezes, no meio de rochas.


Numa prova com poucos participantes (na meia eram pouco mais de 60), acabei por ficar em 15º, o que, dada a condição física ainda longe do ideal, da queda e da caimbra que tive a 5km do fim, que me obrigou a abrandar muito o ritmo nesses últimos kms, já foi muito bom. Uma palavra de apreço para o Pedro Rodrigues, da equipa Guersan, que venceu a Maratona. Este é um daqueles malucos que fez a Vigia das Cruzes desde Aveiro.



Para a semana já há outra prova (Meia Maratona de Magualde), agora com mais participantes e muitos deles atletas do UpandDown, ou seja, com grau de dificuldade competitiva muito maior.

sábado, 19 de março de 2011

Vigia das Cruzes

Sábado, dia 12 de Março, dois bravos e mais dois bravíssimos (explicarei mais tarde), juntaram-se pelas 8h15 da manhã na estação de comboios de Sernada do Vouga para conquistarem a Vigia das Cruzes. Ninguém conhecia essa elevação, e apenas um (eu) tinha uma ideia vaga de onde seria, logo eu, com o meu GPS de bolso (partes do percurso imprimido numas folhas), fui o guia da volta! O dia começou feio a ameaçar chuva, e depois de chegados eu e o Vaia, passado algum tempo chegam os tais bravíssimos, que vieram de bike desde Aveiro, acabando o dia com o o dobro da nossa quilometragem. Isso nem seria nada de especial, não tivesse sido este treino um empeno daqueles!...


Começada a volta, rolámos durante uns kms pela ciclovia da linha do Vouga, até cortarmos para o trilho em direcção à eólica da A25. Estamos a falar de muitos kms a subir, com subidas curtas e muito inclinadas misturadas com subidas longas. Esta foi a fase em que eu não me senti nada bem... A constipação que me atacava há umas semanas, mas com mais força nessa semana, mostrou a sua força, e naqueles primeiros kms a subir, senti-me sem ar e sem forças para acompanhar os restantes colegas, gente de muita pedalada... E sabendo que o que vinha aí era pior, fiquei um pouco apreensivo quanto ao cumprimento do objectivo. Mas entretanto, lá ganhei o meu ritmo, ideal para as minhas condições desse dia, e comecei a sentir-me melhor. Finalmente chegámos junto à eólica, e preparámo-nos para... continuar a subir! Neste momento já tinhamos passado dos 15m para os 400m, mas depois de um pequeno sobe e desce, dos 400m subimos até aos 781m, local onde se encontrava o objectivo da volta - a Vigia das Cruzes. A esta subida acrescentámos duas pequenas subidas devido a um (dois) enganos do guia... eh eh! Com essa brincadeira, foram mais 100m de acumulado! :-) Esta segunda parte da subida foi a mais espectacular e a que mais dificuldade deu, tanto devido à dificuldade técnica, com subidas longas, inclinadas e cheias de regos e calhaus soltos, mas também pelo desgaste que a já difícil subida para a eólica dá.





Entretanto, tanto ameaçou, que acabou mesmo por chover, tendo chegado ao topo com chuva forte e vento. Foi uma subida potente e exigente, e no meu caso, a ameaçar caimbras, que felizmente, e devido à gestão que fiz, não se concretizaram. Ainda deu para algumas fotos desta subida e do topo, mas infelizmente, a chuva e o nevoeiro não permitiu mais, e nem sequer pudemos ver a paisagem, certamente fantástica, do redor da Vigia das Cruzes. Para quem sabe onde é, perceberá que dali a vista só pode ser espectacular.



Como esta longaaaaa subida acabou por durar mais do que se tinha previsto, acabámos por fazer o percurso de volta por alcatrão, ao contrário dos restantes trilhos. A descida até ao rio Vouga, que durou kms, foi completamente vertiginosa, com descidas muito inclinadas e curvas apertadas, a juntar ao piso molhado e à chuva forte a massacrar o corpo. Normalmente gosto de descer, mas esta custou-me um pouco! eh eh! Chegados ao rio Vouga, foi rolar até Sernada do Vouga. Aqui, cometi um erro: tentei acompanhar a pedalada dos dois que tinham vindo de Aveiro, gente como disse atrás, de muita pedalada. Durante uns bons kms, aguentei bem o ritmo, e iria continuar mais alguma tempo, até que, caimbras, uma em cada gémeo, fizeram-me abrandar consideravelmente, e rolar os últimos kms lentamente até à chegada.

Apesar dos percalços, da minha condição de saúde e do tempo péssimo, foi um grande dia de BTT, a fazer-me pensar em voltar a essa vigia, mas agora, num dia mais solarengo!


saída - 8h30
chegada - 13h30
distância - 63km
tempo a pedalar - 4h15
acumulado - 2000m*


*no site indica 2250, mas as zonas junto ao rio estão com algumas elevações que não existem na realidade, ou seja, nessa zona o percurso está mal construído. Por isso retiro parte do acumulado dessa zona. Se juntar os 100m das subidas que fizemos por engano, faz os 2000m de acumulado.

domingo, 6 de março de 2011

De regresso à serra mãe!

De volta a Setúbal por uns dias, irei aproveitar ao máximo para disfrutar na serra mãe!



Ontem juntei-me ao grupo do meu sogro, com quem costumo sempre andar quando desço ao Sul, e lá fomos para mais uma volta na Arrábida. Ontem com a vantagem de ir conhecer trilhos novos. Eu considero que tenho um conhecimento já bastante bom desta serra, mas, como já há muito tempo me apercebi, ainda falta conhecer muitos e espectaculares trilhos. A serra mãe tem sempre o condão de nos surpreender com um novo trilho!

Foram 52km duros, de sobe e desce, com algum barro à mistura, e infelizmente, com muitos problemas técnicos na montada... Mas, depois de uma adaptaçao ao facto de ter de andar sempre na "avozinha" ou talega, lá deu para disfrutar do passeio, e até, treinar as acelerações, nas curtas mas inclinadas subidas da serra. Com uma bicicleta que não é a minha, mais pesada e com os problemas na transmissão, acabei por ter sensações positivas principalmente nos últimos 10km, onde, apesar de já cansado e a sentir as pernas pesadas, senti o efeito dos treinos longos que fiz durante o Inverno: quando já todos estavam de rastos, andava eu a uma velocidade muito acima dos restantes, e então a partir da Comenda, em alcatrão, foi sempre a abrir, deixando todos os colegas para trás. A resistência está cá, falta a velocidade e a explosão, mas também só agora iniciei o treino sistemático.

Hoje há mais uma voltita mais calma, em estrada sem grandes subidas, perfeita para recuperar do esforço de ontem. E terça-feira ainda há mais! eh eh


Saída - 14h20
Chegada - 19h10
Distância - 52km
Tempo a pedalar - 3h30
acumulado - 1025m
Track - Serra Mãe