segunda-feira, 26 de setembro de 2011

2/4 Horas de Resistência Adega de Pegões

Desde que vim para Setúbal, e desde que iniciei os meus treinos, comecei a investigar provas por estes lados, e logo uma me chamou a atenção, pela data, pela proximidade e pela sua natureza, as 2/4 horas de Resistência Adega de Pegões. Inicialmente inscrevi-me para as 4 horas, mas o facto de, devido ao meu problema do joelho, não andar a fazer treinos de resistência, levou-me a pensar melhor, e escolher a opção mais de acordo com os treinos que faço. Apesar do percurso não me ser favorável, gostei do ambiente, diverti-me, e acabei por ter um belo, e duro, treino! Para o ano, se puder, repetirei.



Pontos positivos:
- evento simpático, pequeno, com uma organização que se via amadora mas esforçada;
- oferta da Adega de Pegões, patrocinadora da prova, que deu a todos uma garrafa de vinho;
- secretariado rápido;
- bom ambiente;
- apesar de tudo, o percurso, novo para mim, mas e mesmo com aquela areia toda, divertido;



Ponto menos positivos:

- eu compreendo a razão, mas é mesmo pena ter que me deslocar no carro para ir tomar banho.

Como me vim embora logo após o banho, não posso falar sobre o almoço.

Pontos negativos:
(actualizado após duas semanas)
- as classificações, além de apenas terem saído duas semanas após a prova, saíram de forma, que considero errada, sem tempos por volta, e sem a ordenação correcta dado o tempo feito de cada um.

Percurso:


Ponto prévio, eu não estou habituado a andar em areia. Na minha zona, disso há pouco, e na Arrábida, felizmente também não abunda. Por isso, quando chego ao local das 2/4 Horas de Resistência Adega de Pegões, e faço o aquecimento, logo vi ao que vinha. Podem-me vocês dizer, pois e tal, aquela zona é assim mesmo, mas como eu não conhecia a zona (em cima da bike), fui um pouco às escuras. O percurso tinha um acumulado baixo (70m nos 8km do circuito), muita areia , sendo os primeiros 2/3 para rolar, onde as subidas e as descidas eram pouco pronunciadas, e o restante, tipo XCO, com muito sobe e desce, com pequenas subidas, mas muito inclinadas, terminando em curvas apertadas, e claro, com areia! Eh eh! Apesar do pouco acumulado, a prova, devido às características do seu piso (quando não era areia, era trilhos em terra partida ou no meio da erva), tornou-se bastante dura.


A minha prestação:

Já há uns tempos (desde início de Julho) que não competia, e apesar de ter vindo a treinar, o facto de ser uma prova pequena, com poucos atletas (a maioria com muita pedalada – foi impressionante ver o ritmo diabólico com que passaram os primeiros por mim, no meio daquela areia toda), ter andando a sentir-me um pouco cansado (provavelmente por ter aumentado a carga de treinos e o meu corpo ainda não se ter adaptado totalmente), e ser um tipo de percurso novo para mim, não tinha grandes expectativas em relação à prova, apenas de fazer um bom treino, em ritmo de competição. E acabou por ser isso mesmo que aconteceu: 2h18 a rolar a bom ritmo, acima dos 20km/h, sem paragens, sempre a tentar dar mais um bocadinho, forçando sempre para manter o ritmo, devido à areia, acabaram por tornar esta prova um óptimo treino, a pensar nas próximas provas. Quanto à classificação, estou à espera ainda que saia. Depois actualizo. (Após actualização: se interpretei correctamente, fiz 19º lugar em 37 participantes)




Dados finais:
47,5 km
6 voltas
2h18
370m acumulado

sábado, 3 de setembro de 2011

Trilhos da Raia - Idanha a Nova


Uma das minhas próximas provas vai ser uma estreia, e logo uma daquelas onde as expectativas são muito altas, tanto pelo que ouvi sobre a qualidade da organização, como, e principalmente, pela zona, que conheço, mas onde nunca andei de bike!

Vai ser um fim de semana com a mulher mesmo à maneira, e acompanhado de bons amigos!

Deixo aqui umas fotos para abrir o apetite!



Back to training

Depois de umas férias com muitas mudanças, lá irei voltar aos treinos a partir de hoje. Não andei propriamente parado, mas a partir de agora, os treinos voltarão a ser mais frequentes, voltando aos 3/4 treinos por semana, dentro do que a tendinite me permitir.

No entanto, o local de treinos alterou-se. Por motivos profissionais, o meu local de treinos para este próximo ano será a Serra Mãe. Passados alguns anos, volto a Setúbal, e enquanto aqui estiver, irei aproveitar uma das mecas do BTT em Portugal!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Meia Maratona Vale do Vouga - Águeda

Pela 4ª vez consecutiva, lá rumei a Águeda para uma das maiores festas do BTT cá do burgo, e como sempre, venho satisfeito. Juntamente com quase 1500 participantes, rumámos aos belos e divertidos percursos que nos colocaram à disposição. A organização, como sempre, esteve impecável.




Pontos positivos

- Organização óptima, oferecendo as condições necessárias para uma prova desta dimensão;
- Percurso, muito equilibrado, com uma parte inicial a subir em alcatrão, para se fazer a devida selecção, e alongar o pelotão, algumas subidas difíceis, singletracks e zonas técnicas, descidas potentes, e ainda, zonas para rolar;
- almoço;
- disponibilidade do staff;
- ambiente de festa e de envolvimento das gentes de Águeda, com autêntica moles humanas em várias zonas do percurso, dando-nos a ideia de estarmos numa etapa em plena Volta a Portugal;





Pontos negativos

- Pontos negativos, na minha opinião, não existem, mas como menos positivo, penso que alguns locais deveriam ter sinalização mais visível relativamente a algumas zonas perigosas. De resto, uma organização de luxo.



O Percurso

Desde a primeira vez que fui a esta prova, que uma das coisa que mais gosto nela é o percurso: sempre equilibrado, com boas subidas, descidas alucinantes, zonas para rolar e zonas técnicas. Muita beleza paisagística, com algumas imagens para relembrar, como a passagem em Alfusqueiro. Este ano, mais uma vez, não defraudaram neste aspecto, se bem que, dentro de todos, o meu preferido continua a ser o do ano passado. De registar os últimos dois kms, num percurso com muita gente, perto do rio, a terminar, obviamente na meta. Foi uma boa ideia, pois permitiu a chamada zona espectáculo.




O meu desempenho

Quanto ao meu desempenho, tenho que dizer que, inicialmente, a ideia era a de participar na maratona, mas com os problemas no joelho, infelizmente tive que colocar isso de parte, e não pude acompanhar os vários amigos que lá foram. Por isso, devido a esse problema, e ao facto de ter baixado de forma, ía com poucas expectativas para lá, apenas o de participar e divertir-me. No entanto, acabou por correr muito melhor do que estava à espera, tendo feito, de longe, o meu melhor resultado entre as 4 participações! eh eh Num ritmo constante, sem quebras significativas, acabei por fazer um bom lugar: 193º em 900. (Tempo real 2h08, tempo final 2h14 - não parei nos abastecimentos, mas houve dois engarrafamentos que me pararam um bocado)





Até para o ano, e espero eu, para experimentar a bela e dura maratona!

terça-feira, 28 de junho de 2011

6 Horas Resistência Beselga 2011

Foi a minha primeira vez nesta prova, e neste conceito. Obviamente, não a minha primeira vez em Beselga, um dos meus locais preferidos para pedalar.
No entanto, estive para não participar, pois umas dores no joelho tem-me impedido de pedalar como estava habituado. Mas como já tinha pago, em vez de ir individualmente, como tinha previsto, fiz equipa com o meu sogro, um rapaz de 55 anos, mas ainda com bastante pedalada.
E assim foi, rumo a Beselga, mas de uma forma bastante descontraída, apenas para me divertir, não forçando o joelho. Ainda para mais, dia anterior foram horas que estivemos com a enxada na mão a arrancar batatas. Foi o aquecimento de véspera! lol

Acabou por ser um dia óptimo, com muito btt, muito convívio, afinal, ainda alguma competição, pois o meu joelho (de forma surpreendente para mim) portou-se bem, mas também de loucos, com as temperaturas a alcançarem os 42º, estando logo à partida às 9h30 33º.

Alinharam 111 atletas nesta prova, 61 individualmente e os restantes em equipas de dois, havendo algumas caras conhecidas e muitos óptimos atletas.




oPontos positivos

- Organização, mais uma vez impecável;
- Percurso, muito equilibrado, com algumas subidas, muitos singletracks e zonas técnicas, e ainda, zonas para rolar;
- almoço;
- ambiente de convívio entre atletas;
- disponibilidade e simpatia do staff;
- ambiente de festa e de envolvimento desta "aldeiazinha" de Portugal com as provas de btt realizadas pela sua associação.


Pontos negativos

- Não tendo as condições quase de luxo de outras provas, a verdade é que com poucos recursos fazem das provas mais bem organizadas que conheço, não conseguindo descortinar pontos negativos.



O Percurso

Sempre que vou a Beselga, adoro os percursos que nos colocam à disposição. E desta vez, não fugiu à regra. Foi um percurso muito equilibrado, com subidas, muitos singletracks e zonas técnicas, que ao longo do dia, foram-se alterando, dada a intensa passagem de bicicletas, e cada vez com mais pó, obrigando sempre a ir com a máxima concentração, e ainda, zonas para rolar a grande velocidade. A distância do percurso era 8km, com 140m de acumulado. A beleza paisagística foi, mais uma vez, grande, com belas paisagens, belos trilhos florestais e agrícolas, passagem num singletrack junto a um espelho de água, etc.



Prestação

Como disse anteriormente, a ideia era apenas divertir-me, mas como o joelho não doeu, ainda deu para eu e o meu sogro competirmos um pouco. Sendo assim, dentro das nossas capacidades, fizemos as 6 horas num ritmo sempre razoável, chegando ao final com 13 voltas. Foi engraçado como as primeiras voltas (à excepção da primeira) foram as que mais me custaram a fazer, devido ao calor, mas no pico do dia, com o calor a ultrapassar os 40º, talvez já mais adaptado, fiz as minhas voltas mais regulares. Houve ainda um momento de emoção, pois sabiamos que se iniciassemos a última volta antes das 15h30, essa volta contaria desde que chegasse antes das 16h30. No entanto era 14h30 e o meu sogro ainda não tinha chegado. Olhando para a média do tempo por volta na altura, apercebi-me que não daria se déssemos ambos uma volta, então pensei, dou duas seguidas, tentando ser o mais rápido possível, e o meu sogro fecha a contagem. Mas o tempo passou, e o meu sogro ainda não tinha chegado. Pensei que já não desse. Entretanto às 14h33 chega, e a ideia do meu sogro era que já não dava, mas disse-lhe que ía tentar (apesar de saber que para mim não seria fácil, àquela hora, com aquele calor, e na minha forma actual, fazer as duas voltas em menos de 56minutos) e para esperar. E assim foi, sempre a abrir. A primeira volta fiz em 26min, mas a segunda já custou muito mais, onde a dada altura pensei mesmo que não fosse conseguir. Mas como era a última volta, forcei mais, obriguei-me a pedalar quando o corpo só pedia para parar, e dessa maneira, cheguei à meta às 15h29, a um minuto do fecho da pista, onde o meu sogro estava já stressadíssimo pois não tinha informação nenhuma, e logo que cheguei, partiu ele a toda a velocidade, fazendo uma 13ª belíssima volta. Acabámos por ser a 16ª equipa entre 25, o que acabou por não ser nada mau.

As classificações, com tempos por volta e por participantes podem ser vistas aqui.



terça-feira, 31 de maio de 2011

Meia Maratona MK-Makinas - Tábua

Numa palavra: espectacular!

Ao fim de um ano, voltei a esta prova mítica, quer pelo percurso, mas principalmente pela sua organização, a melhor que conheço. Em 2010 já tinha adorado, mas todos os percalços que tive (3 furos e muitas cãibras no final da minha primeira maratona), e ainda um problema no almoço, fez com que tivesse vindo de Tábua com a sensação que faltava algo. Ora este ano venho de lá com a sensação de perfeita satisfação. Tudo impecável, um dia lindo, percurso exigente mas muito divertido, e até uma prestação acima das expectativas.



Começando pelos pontos positivos:

Tudo! É que foi mesmo tudo!

- Organização excepcional, a melhor que conheço;
- a estrutura de apoio, com estacionamento, secretariado, partida, chegada, banhos e almoço tudo no mesmo local e com a qualidade exigível.
- os arrumadores do estacionamento, impedindo qualquer confusão.
- almoço num pavilhão onde cabiam todos os atletas (os quase 700) a comer ao mesmo tempo, e sem tempo de espera para o almoço; a refeição com a qualidade que se pede (faltava uma salada), com muito vinho, cerveja, águas ou sumos à disposição.
- percurso fantástico (já falaremos um pouco mais adiante) com marcações à prova de enganos. Só se enganava quem fosse mesmo muito distraído (o que foi o meu caso lol)!
- boa disposição, simpatia e disponibilidade do autêntico regimento do staff de apoio à prova.
- o muito apoio popular em todas as aldeias, e mais impressionante, a quantidade de gente no single track “A Selva”, a ver passar o pessoal! Muito bom e muito motivador!



Ponto menos positivos:
Nada, népia, nothing, rien… eh eh


Percurso:

O percurso foi fantástico. Conheço outros locais que talvez ache mais bonitos, mas a verdade é que este percurso tem tudo: zonas de sobe e desce, paisagens lindas, e o ex-líbris desta prova, os seus single-tracks. Que dizer? Muitos, longos e extremamente divertidos! A selva, com aquele percurso enleante ao som do Tarzarn, o vale esmeralda, com muita água e com uma paisagem fantástica (este ano apenas um pouco estragada pelos madeireiros), o st das pedras, onde já pedia alguma técnica, e os últimos st, a “Gruta” e o outro do qual já não me lembro do nome, muito técnicos, sempre à beira de riachos, com alguns pequenos precipícios, e com grande beleza! E ainda faltam os outros dos quais já não me lembro.

Fica aqui um vídeo para quem não conhece:



A minha prestação:

Ia sem qualquer expectativa para esta prova, apenas o de fazer o melhor que as minhas condições físicas me permitissem, mas tendo em conta o cansaço ainda dos 200km do domingo anterior, sentido nas pernas, e do cansaço psicológico provocado por uma semana mais intensa e cansativa no trabalho, a verdade é que acabei por fazer melhor do que esperava. Não foi muito bom, mas dado que senti muito cansaço nas pernas e a caixa nunca abriu a 100%, quando cheguei ao final, mesmo tendo a sensação que tinha dado tudo o que podia nesse dia, estava à espera de estar entre o lugar 150 e 200, por isso quando o speaker anuncia “Filipe Araújo, Herbalife Team, lugar 104”, fiquei logo muito contente. Sabendo que num dia normal teria feito um lugar nos primeiros 70/80, a verdade é que dadas as condições, foi muito bom! Mesmo em condições fracas, o resultado não foi mau de todo, e isso deixa-me contente pois quer dizer que os treinos têm dado resultados.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Viseu - Fátima

Há já uns tempos que a ideia de fazer o trajecto Viseu-Fátima andava na minha cabeça, mas não era prioritário, pois outras aventuras estavam a ser planeadas. Quando uma delas teve que ser descartada, aproveitei para cumprir este meu objectivo.

Desde logo ficou mais ou menos assente que o percurso não seria o habitualmente feito pelos peregrinos (Viseu-SCDão-Luso-Nº1-Pombal-Fátima), pois apesar de ser o mais curto e o mais “fácil”, não é particularmente bonito (principalmente do Luso para a frente) e tem muito trânsito e muita confusão. Então, investiguei e acabei por planear eu próprio um percurso, baseado em estradas nacionais menos utilizadas e estradas secundárias. Assim, ficou definido o seguinte percurso: Barbeita(Viseu) – Lageosa do Dão – Tondela – SC Dão – Mortágua – Barragem da Aguieira – Porto da Raiva – Penacova – Ceira – Penela – Ansião – Ourém – Fátima. Este percurso, mais longo e com maior acumulado, tinha no entanto uma grande beleza e era muito mais calmo, sempre com pouco trânsito. http://www.gpsies.com/map.do?fileId=fptloaftwuhmwoim

Chegado o dia, logo o primeiro percalço e nem sequer tinha saído da quinta, pois ao fim de 20 metros a pedalar já estava furado!... Pronto, parar, encher o pneu, e voltar a andar, e ir à bomba mais próxima para colocar a pressão ideal, lá se foram 15 min e 1km a mais! Felizmente o líquido fez o seu trabalho, e não voltei a ter nenhuma chatice desse género.

Os primeiros 140km fizeram-se a um ritmo bom (23,5km/h), sempre a rolar sem forçar, apreciando a viagem e as paisagens. Gostei particularmente do troço entre Penacova e Ceira, pelo vale do Mondego: espectaculares paisagens, piso óptimo, sempre ondulado, e com muitos ciclistas. Muito bom. Mas todo o percurso foi bonito e apesar do acumulado alto, não houve nenhuma subida verdadeiramente complicada.


Lobão da Beira


Santa Comba Dão


Albufeira da Aguieira, em direcção a Mortágua.


Barragem da Aguieira


Livraria do Mondego



Penacova


Vale do Mondego


Penela


Ourém (a 10km do objectivo)


A partir dos 140km é que foram elas. Os meus treinos de resistência andam sempre entre os 60 e os 100km, por isso foi normal a partir de dada altura o corpo começar a reclamar. O joelho começou a avisar, a nuca e o traseiro começaram a ficar muito desconfortáveis, e até uma quebra de tensão tive (nada de especial, que logo foi resolvido com um pedaço de marmelada e 10min de descanso). Felizmente, os músculos das pernas aguentaram-se à bronca, e não me deram qualquer problema, além do normal cansaço nos últimos 40km. Mas tendo em conta as dificuldades que apresentei a partir dos 140km, até ao fim, e cada vez mais à medida que me aproximava do objectivo, o sofrimento foi muito. Mesmo muito. Já sofri bastante nalgumas ocasiões em cima da bicicleta, mas acho que esta foi a maior. Tanto foi, que quando finalmente cheguei, ao fim de 202km e 10h30 (9h13 a pedalar), emocionei-me bastante. A sensação do fim do sofrimento, misturado com aquela sensação que Fátima nos transmite, faz a emoção emergir e deixa-nos desarmados.





Mais uma conquista pessoal, e ao fim ao cabo, o sofrimento valeu a pena!

O descanso do "guerreiro"!


PS: O percurso inicialmente previsto tinha 190km, mas algumas alterações a meio da viagem mais um engano, aumentaram-lhe mais 12km, tendo a distância final sido 202km.