terça-feira, 8 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Meia Maratona "TascaduXico" - Pinhal Novo
Pelo segundo ano consecutivo, participei numa das melhores provas a nível nacional. E isto diz tudo! Pinhal Novo mais uma vez recebeu muito bem os mais de 700 bttistas que lá se deslocaram, com expetativas altas, tanto a nível organizativo, como a nível do percurso, ou não estivéssemos a falar da "Serra Mãe"! Conheço já razoavelmente bem a Arrábida, mais, tal como no ano anterior, conseguiram surpreender-me com novos e espetaculares trilhos mesmo ao lado de casa! E esta, hein? Eh eh!

Pontos positivos:
- organização excelente, com muita, e simpática, gente a trabalhar para que este evento fosse o melhor possível;
- não necessitei de ir ao secretariado, pois podíamos levantar as dorsais em várias lojas da região (havia a opção de escolher o local de levantamento), e pude levantar uma semana antes em Palmela. Muito fixe!
- marcações impecáveis, sem engano possível;
- como disse atrás, percurso espetacular;
- abastecimentos (não utilizei grande coisa, mas deu para ver que estavam bem recheados);
- zona de partida/meta, com ótimas condições;
pontos negativos:
- não encontrei, nem sequer pontos menos positivos.
Percurso
Antes de mais, para quem não conhece, Pinhal Novo não fica na serra da Arrábida, mas a uns kms. Logo, obriga a fazer uma certa distância até lá chegar, o que faz desta prova bastante rolante. No entanto, o que aproveitamos da serra (na meia menos que na maratona, obviamente), faz esquecer tudo o resto, e mais uma vez, fomos presenteados com trilhos fantásticos, muitos deles que irão começar a fazer parte dos meus treinos na Arrábida. Uns primeiros 15km a rolar por estradões, onde o pelotão foi bem esticado, permitindo uma entrada no primeiro single track da Arrábida mais pacífica. A seguir a esse single, a subida de parte da "Cobra", e mais um single, este uma descida estonteante e bem inclinada que foi dar à "lagartixa". Mais uns singles, e lá chegámos à maior dificuldade do dia: a subida do Calvário. E o nome faz jus à sua dificuldade: inclinada, muito técnica, barrenta, acabou por ser feita, por mim e 99,9% dos atletas, em parte (uns mais, outros menos) à mão. Mas mesmo assim, nada que não se fizesse, e ainda por cima, acompanhados por umas placas de incentivo/humor negro! Eh eh! A seguir a essa subida, foram mais umas descidas alucinantes até à estrada dos "Barris", de onde depois subimos pelo estradão até ao "Cai de Costas" e mais à frente, mais uma descida espetacular em single até Cabanas de Azeitão. A partir daí, foi rolar por estradões, com alguma areia incluída, até Pinhal Novo.




Prestação
No dia anterior, de forma um pouco insensata, fomos fazer um treino, onde incluía a subida do Calvário. Foi feito a um ritmo baixíssimo, mas após uma semana de muitos treinos, acabei por sentir os seus efeitos. Foi pena, pois tinha como objetivo alcançar o top100, e na zona do percurso mais favorável, senti-me com falta de energia e pernas. Acabei por fazer 120º em 539, a menos de 3 minutos do meu objetivo. Foi uma prestação razoável, e nalguns aspetos, muito satisfatória. Não sou muito bom rolador, talvez por treinar pouco estrada, no entanto, vim melhorando neste último ano, e no último domingo já senti a evolução, pois nos locais onde normalmente tenho maiores dificuldades (início e final da prova a rolar), desta vez aguentei-me bem, principalmente no fim, quando, à semelhança no ano passado, fui ultrapassado por um grupo em ritmo superior, e tentei aumentar o ritmo e acompanhar esse grupo, mas este ano, ao contrário do ano anterior, consegui aguentar o ritmo altíssimo até ao fim, acabando por não perder lugares e até, ganhar alguns, de outros elementos por nós ultrapassados.
Uma palavra para o meu amigo Pedro Morgado, com mais uma excelente classificação, 28º, e para os elementos da Herbalife Team, que com maior ou menor dificuldade, chegaram ao fim com a sensação de dever cumprido e de uma grande manhã de BTT!
Filipe Araújo - 120º
João Pereira- 228º
Luís Granjo - 286º
Joaquim Cruz - 318º
Classificações AQUI

Reportagem da BTT-TV

Pontos positivos:
- organização excelente, com muita, e simpática, gente a trabalhar para que este evento fosse o melhor possível;
- não necessitei de ir ao secretariado, pois podíamos levantar as dorsais em várias lojas da região (havia a opção de escolher o local de levantamento), e pude levantar uma semana antes em Palmela. Muito fixe!
- marcações impecáveis, sem engano possível;
- como disse atrás, percurso espetacular;
- abastecimentos (não utilizei grande coisa, mas deu para ver que estavam bem recheados);
- zona de partida/meta, com ótimas condições;
pontos negativos:
- não encontrei, nem sequer pontos menos positivos.
Percurso
Antes de mais, para quem não conhece, Pinhal Novo não fica na serra da Arrábida, mas a uns kms. Logo, obriga a fazer uma certa distância até lá chegar, o que faz desta prova bastante rolante. No entanto, o que aproveitamos da serra (na meia menos que na maratona, obviamente), faz esquecer tudo o resto, e mais uma vez, fomos presenteados com trilhos fantásticos, muitos deles que irão começar a fazer parte dos meus treinos na Arrábida. Uns primeiros 15km a rolar por estradões, onde o pelotão foi bem esticado, permitindo uma entrada no primeiro single track da Arrábida mais pacífica. A seguir a esse single, a subida de parte da "Cobra", e mais um single, este uma descida estonteante e bem inclinada que foi dar à "lagartixa". Mais uns singles, e lá chegámos à maior dificuldade do dia: a subida do Calvário. E o nome faz jus à sua dificuldade: inclinada, muito técnica, barrenta, acabou por ser feita, por mim e 99,9% dos atletas, em parte (uns mais, outros menos) à mão. Mas mesmo assim, nada que não se fizesse, e ainda por cima, acompanhados por umas placas de incentivo/humor negro! Eh eh! A seguir a essa subida, foram mais umas descidas alucinantes até à estrada dos "Barris", de onde depois subimos pelo estradão até ao "Cai de Costas" e mais à frente, mais uma descida espetacular em single até Cabanas de Azeitão. A partir daí, foi rolar por estradões, com alguma areia incluída, até Pinhal Novo.




Prestação
No dia anterior, de forma um pouco insensata, fomos fazer um treino, onde incluía a subida do Calvário. Foi feito a um ritmo baixíssimo, mas após uma semana de muitos treinos, acabei por sentir os seus efeitos. Foi pena, pois tinha como objetivo alcançar o top100, e na zona do percurso mais favorável, senti-me com falta de energia e pernas. Acabei por fazer 120º em 539, a menos de 3 minutos do meu objetivo. Foi uma prestação razoável, e nalguns aspetos, muito satisfatória. Não sou muito bom rolador, talvez por treinar pouco estrada, no entanto, vim melhorando neste último ano, e no último domingo já senti a evolução, pois nos locais onde normalmente tenho maiores dificuldades (início e final da prova a rolar), desta vez aguentei-me bem, principalmente no fim, quando, à semelhança no ano passado, fui ultrapassado por um grupo em ritmo superior, e tentei aumentar o ritmo e acompanhar esse grupo, mas este ano, ao contrário do ano anterior, consegui aguentar o ritmo altíssimo até ao fim, acabando por não perder lugares e até, ganhar alguns, de outros elementos por nós ultrapassados.
Uma palavra para o meu amigo Pedro Morgado, com mais uma excelente classificação, 28º, e para os elementos da Herbalife Team, que com maior ou menor dificuldade, chegaram ao fim com a sensação de dever cumprido e de uma grande manhã de BTT!
Filipe Araújo - 120º
João Pereira- 228º
Luís Granjo - 286º
Joaquim Cruz - 318º
Classificações AQUI
Reportagem da BTT-TV
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Meia Maratona "Nos Trilhos da Raia"
Foi a minha primeira participação nos Trilhos da Raia, e também a primeira vez que pedalei pelas terras raianas. Desde já digo que gostei e recomendo!
Sendo Idanha a Nova ainda longe, aproveitámos, eu e a minha esposa, juntamente com o meu amigo Morgado e a sua respectiva, para ir de fim de semana. Era então sexta feira, e lá rumámos a Idanha. Foram dois dias espectaculares, com muito turismo, algumas caminhadas, boa comida, e ainda, de descontração! Aquela zona, além de lindíssima, é um paraíso para quem gosta de Natureza e de desportos de contacto com a Natureza, mas também, para quem, como eu, gosta de História, pois Idanha a Velha, e Monsanto, (entre outros, mas estes foram os locais para os quais tivemos tempo de visitar), são autênticos museus de História, tanto dos tempos antigos, mas também, de modos de estar na vida e costumes já quase perdidos! Muito bom! Já conhecia a zona, mas há muito que não a visitava, e realmente valeu a pena!
Sendo Idanha a Nova ainda longe, aproveitámos, eu e a minha esposa, juntamente com o meu amigo Morgado e a sua respectiva, para ir de fim de semana. Era então sexta feira, e lá rumámos a Idanha. Foram dois dias espectaculares, com muito turismo, algumas caminhadas, boa comida, e ainda, de descontração! Aquela zona, além de lindíssima, é um paraíso para quem gosta de Natureza e de desportos de contacto com a Natureza, mas também, para quem, como eu, gosta de História, pois Idanha a Velha, e Monsanto, (entre outros, mas estes foram os locais para os quais tivemos tempo de visitar), são autênticos museus de História, tanto dos tempos antigos, mas também, de modos de estar na vida e costumes já quase perdidos! Muito bom! Já conhecia a zona, mas há muito que não a visitava, e realmente valeu a pena!





Quanto à prova em si, a sua fama precede-a! E realmente, tirando um ou outro pormenor, as expectativas não foram defraudadas, antes pelo contrário.
Pontos positivos:
- organização excelente, onde apesar do número alto de participantes, tudo parecia feito naturalmente, sem stresses ou confusões;
- percurso fantástico, mesmo ao meu gosto, muito diversificado, durinho, e com paisagens deslumbrantes;
- ambiente espectacular durante o fim de semana, com muito atletas a invadirem Idanha, e a serem bem recebidos;
- almoço muito bom, muito bom mesmo.
Pontos menos positivos:
- a organização deveria repensar aquela parte final em alcatrão, antes da chegada à meta, pois não se acautelou a segurança dos atletas, com muitos carros a passar, e sem membros da organização a controlar a situação.
Percurso:
Costumam referir-se a Idanha e à zona envolvente, a catedral do BTT. Não sei se será mesmo assim, pois Portugal é rico em locais fantásticos para se pedalar, mas que este é um desses locais, aí não restam dúvidas! Apesar do pó e a secura dos terrenos, o percurso foi fantástico, muito equilibrado, com uma zona de sobe e desce, outras mais para rolar, e ainda, zonas bastante técnicas, e quase sempre com um piso que endureceu em muito a prova. As paisagens, fenomenais, e na passagem pelas aldeias de Proença a Velha e Idanha a Velha, principalmente nesta última, muita gente a ver e a apoiar. Fiquei fã dos trilhos da Raia! Eh eh!
Pontos positivos:
- organização excelente, onde apesar do número alto de participantes, tudo parecia feito naturalmente, sem stresses ou confusões;
- percurso fantástico, mesmo ao meu gosto, muito diversificado, durinho, e com paisagens deslumbrantes;
- ambiente espectacular durante o fim de semana, com muito atletas a invadirem Idanha, e a serem bem recebidos;
- almoço muito bom, muito bom mesmo.
Pontos menos positivos:
- a organização deveria repensar aquela parte final em alcatrão, antes da chegada à meta, pois não se acautelou a segurança dos atletas, com muitos carros a passar, e sem membros da organização a controlar a situação.
Percurso:
Costumam referir-se a Idanha e à zona envolvente, a catedral do BTT. Não sei se será mesmo assim, pois Portugal é rico em locais fantásticos para se pedalar, mas que este é um desses locais, aí não restam dúvidas! Apesar do pó e a secura dos terrenos, o percurso foi fantástico, muito equilibrado, com uma zona de sobe e desce, outras mais para rolar, e ainda, zonas bastante técnicas, e quase sempre com um piso que endureceu em muito a prova. As paisagens, fenomenais, e na passagem pelas aldeias de Proença a Velha e Idanha a Velha, principalmente nesta última, muita gente a ver e a apoiar. Fiquei fã dos trilhos da Raia! Eh eh!

Prestação:
Nas minhas últimas provas, como já referi neste blog, tinha andado a sentir um cansaço anormal, por isso, fiz uma semana de descanso activo, onde não deixei de treinar, mas os treinos tiveram menor intensidade, e de seguida, da semana imediatamente anterior à prova, então sim, aumentei novamente o ritmo, e cheguei ao dia da prova na expetativa de não sentir novamente o tal cansaço. Pois assim foi! Apesar de um stress mesmo antes do início da partida, o que me obrigou a sair do meu local de saída, e partir um pouco mais atrás: descobri que no aquecimento tinha passado por onde não devia, e tinha quase 15 picos enormes nas duas rodas Tirei-os, as rodas perderam ar, tive que as encher (o líquido fez o seu papel, e fê-lo muito bem), e no final, ainda descobri que tinha mais uma mão cheia deles pequenos lá enfiados. Isto tudo quando faltavam poucos minutos para a partida. Já não estava para me chatear, e confiei que corresse bem, o que acabou por acontecer! Tirando uma pequena quebra durante alguns kms antes da separação entre os 75 e os 50, consegui imprimir um ritmo alto toda a prova, principalmente após a separação, quando deixei de ter tanta confusão à minha volta. Acabei por conseguir uma classificação que considero muito boa, e talvez a minha melhor de sempre: 37º em 405 atletas nos 50km. Ainda referir a prova do meu amigo Pedro Morgado, que apesar de alguns problemas mecânicos, mesmo assim conseguiu um excelente 14º lugar! Muito bem!
Nas minhas últimas provas, como já referi neste blog, tinha andado a sentir um cansaço anormal, por isso, fiz uma semana de descanso activo, onde não deixei de treinar, mas os treinos tiveram menor intensidade, e de seguida, da semana imediatamente anterior à prova, então sim, aumentei novamente o ritmo, e cheguei ao dia da prova na expetativa de não sentir novamente o tal cansaço. Pois assim foi! Apesar de um stress mesmo antes do início da partida, o que me obrigou a sair do meu local de saída, e partir um pouco mais atrás: descobri que no aquecimento tinha passado por onde não devia, e tinha quase 15 picos enormes nas duas rodas Tirei-os, as rodas perderam ar, tive que as encher (o líquido fez o seu papel, e fê-lo muito bem), e no final, ainda descobri que tinha mais uma mão cheia deles pequenos lá enfiados. Isto tudo quando faltavam poucos minutos para a partida. Já não estava para me chatear, e confiei que corresse bem, o que acabou por acontecer! Tirando uma pequena quebra durante alguns kms antes da separação entre os 75 e os 50, consegui imprimir um ritmo alto toda a prova, principalmente após a separação, quando deixei de ter tanta confusão à minha volta. Acabei por conseguir uma classificação que considero muito boa, e talvez a minha melhor de sempre: 37º em 405 atletas nos 50km. Ainda referir a prova do meu amigo Pedro Morgado, que apesar de alguns problemas mecânicos, mesmo assim conseguiu um excelente 14º lugar! Muito bem!

Para finalizar em beleza, uma conversa e uma foto com o grande campeão Marco Chagas!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Meia Maratona BTT Cocheiros
Três e meia da manhã, acordo. Olho para o telemóvel e vejo as horas. Tinha colocado o despertador para as 3h45, mas a ansiedade despertou-me mais cedo. Era dia de prova, e o local era nos confins de Portugal, mais precisamente, em Santo Aleixo da Restauração, próximo de Barrancos. St. Aleixo é uma bonita aldeia alentejana, rodeado de serras com pouca altitude, mas tipo carrossel, que viemos a descobrir, com muito sobe e desce, autêntico quebra-pernas.

O pessoal da Herbalife Team fez com boa disposição a longa viagem, na expectativa de uma prova bem organizada e com um percurso exigente e de beleza paisagística. Felizmente, foi isso que aconteceu, e viemos de lá com a sensação de expectativas superadas.




O pessoal da Herbalife Team fez com boa disposição a longa viagem, na expectativa de uma prova bem organizada e com um percurso exigente e de beleza paisagística. Felizmente, foi isso que aconteceu, e viemos de lá com a sensação de expectativas superadas.

Pontos positivos:
- secretariado rápido e bem organizado;
- as lembranças (se bem que sejam o menos importante), foram muito boas dada a organização pequena e de uma aldeia alentejana: oferecer um Jersey, um bidon, mais umas coisitas além de tudo o resto que se pede numa prova, é muito bom para 20€.
- ambiente da aldeia, toda envolvida neste evento, dando um bonito colorido à prova, e um apoio popular muito apreciado, principalmente na chegada, digna de qualquer chegada de alguma prova oficial! Muito bom!
- condições oferecidas foram as adequadas, e as exigíveis dado ser uma pequena aldeia com (muito) poucas infraestruturas;
- Percurso tipicamente alentejano, bonito e duro qb, como se pretende.
- almoço, era razoável, e muito mais não se pode exigir, e não faltou a bela do fino à descrição, o que num dia de autêntico Verão, veio mesmo a calhar!


Pontos menos positivos:
- nas condições oferecidas, houve para mim uma grande falha: as casas de banho foram poucas, muito poucas.
Não houve, na minha opinião, pontos negativos.
Percurso:
Percurso tipicamente alentejano, com a particularidade de ser uma zona serrana e logo, sem praticamente, zonas para rolar, mas sim, e apenas, subir e descer. Foram quase 50km sempre do mesmo, ora subia-se (e muitas vezes com uma inclinação significativa), ora descia-se. Um autêntico parte-pernas, onde não havendo grandes subidas, no final, tivemos quase 1000m de acumulado. Para o Alentejo, é obra! Apesar de algo duro, como eu gosto, e apesar do calor, absolutamente impróprio para Outubro, foi um percurso agradável de se fazer. De referir aquela rampa brutal antes da recta da meta, com uma inclinação enorme e com muita gente a apoiar! Eh eh



Prestação:
Apesar de ter sido um óptimo dia de BTT, e apesar da boa classificação, não gostei muito da minha performance. Senti-me muito cansado, poucos kms após o início, e assim foi quase até ao fim. Tentei colocar um ritmo constante e elevado, mas a dada altura, o ritmo era constante, mas não muito alto, e durante esse período (quase até aos 40km), fui, ora sendo ultrapassado, ora conseguindo-me manter com um grupo à vista. Ainda por cima, poucos kms após o início da prova, ía eu a ganhar rapidamente lugares, quando me meto atrás de um grupo numeroso e vou atrás deles à confiança. Pois, acabámos todos num beco sem saída, onde a única solução era passar por cima de muro, onde só se conseguia passar um a um. Do outro lado do muro, onde passava o verdadeiro trilho, era vê-los aos magotes a passar por nós… E eu no fim do grupo, tive que esperar que todos saltassem o muro. Perdi ali minutos preciosos! Nos últimos 10km, quando me senti um pouco melhor, aumentei um pouco o ritmo, e aí, foi passa-los até ao fim! Só aí ultrapassei mais de 20 atletas, tendo no final chegado na 53ª posição, em 207 participantes na prova da meia maratona. Uma palavra para o meu colega Armindo, que desta vez chegou à minha frente, tendo feito um excelente 40º lugar! Quanto aos restantes elementos da Herbalife Team, todos conseguiram posições bastante razoáveis para o seu escalão etário!
Armindo Vieira – 40º
Filipe Araújo – 53º
João Pereira – 125º
Joaquim Cruz – 149º
Filipe Granjo – 163º
- secretariado rápido e bem organizado;
- as lembranças (se bem que sejam o menos importante), foram muito boas dada a organização pequena e de uma aldeia alentejana: oferecer um Jersey, um bidon, mais umas coisitas além de tudo o resto que se pede numa prova, é muito bom para 20€.
- ambiente da aldeia, toda envolvida neste evento, dando um bonito colorido à prova, e um apoio popular muito apreciado, principalmente na chegada, digna de qualquer chegada de alguma prova oficial! Muito bom!
- condições oferecidas foram as adequadas, e as exigíveis dado ser uma pequena aldeia com (muito) poucas infraestruturas;
- Percurso tipicamente alentejano, bonito e duro qb, como se pretende.
- almoço, era razoável, e muito mais não se pode exigir, e não faltou a bela do fino à descrição, o que num dia de autêntico Verão, veio mesmo a calhar!


Pontos menos positivos:
- nas condições oferecidas, houve para mim uma grande falha: as casas de banho foram poucas, muito poucas.
Não houve, na minha opinião, pontos negativos.
Percurso:
Percurso tipicamente alentejano, com a particularidade de ser uma zona serrana e logo, sem praticamente, zonas para rolar, mas sim, e apenas, subir e descer. Foram quase 50km sempre do mesmo, ora subia-se (e muitas vezes com uma inclinação significativa), ora descia-se. Um autêntico parte-pernas, onde não havendo grandes subidas, no final, tivemos quase 1000m de acumulado. Para o Alentejo, é obra! Apesar de algo duro, como eu gosto, e apesar do calor, absolutamente impróprio para Outubro, foi um percurso agradável de se fazer. De referir aquela rampa brutal antes da recta da meta, com uma inclinação enorme e com muita gente a apoiar! Eh eh



Prestação:
Apesar de ter sido um óptimo dia de BTT, e apesar da boa classificação, não gostei muito da minha performance. Senti-me muito cansado, poucos kms após o início, e assim foi quase até ao fim. Tentei colocar um ritmo constante e elevado, mas a dada altura, o ritmo era constante, mas não muito alto, e durante esse período (quase até aos 40km), fui, ora sendo ultrapassado, ora conseguindo-me manter com um grupo à vista. Ainda por cima, poucos kms após o início da prova, ía eu a ganhar rapidamente lugares, quando me meto atrás de um grupo numeroso e vou atrás deles à confiança. Pois, acabámos todos num beco sem saída, onde a única solução era passar por cima de muro, onde só se conseguia passar um a um. Do outro lado do muro, onde passava o verdadeiro trilho, era vê-los aos magotes a passar por nós… E eu no fim do grupo, tive que esperar que todos saltassem o muro. Perdi ali minutos preciosos! Nos últimos 10km, quando me senti um pouco melhor, aumentei um pouco o ritmo, e aí, foi passa-los até ao fim! Só aí ultrapassei mais de 20 atletas, tendo no final chegado na 53ª posição, em 207 participantes na prova da meia maratona. Uma palavra para o meu colega Armindo, que desta vez chegou à minha frente, tendo feito um excelente 40º lugar! Quanto aos restantes elementos da Herbalife Team, todos conseguiram posições bastante razoáveis para o seu escalão etário!
Armindo Vieira – 40º
Filipe Araújo – 53º
João Pereira – 125º
Joaquim Cruz – 149º
Filipe Granjo – 163º


segunda-feira, 26 de setembro de 2011
2/4 Horas de Resistência Adega de Pegões
Desde que vim para Setúbal, e desde que iniciei os meus treinos, comecei a investigar provas por estes lados, e logo uma me chamou a atenção, pela data, pela proximidade e pela sua natureza, as 2/4 horas de Resistência Adega de Pegões. Inicialmente inscrevi-me para as 4 horas, mas o facto de, devido ao meu problema do joelho, não andar a fazer treinos de resistência, levou-me a pensar melhor, e escolher a opção mais de acordo com os treinos que faço. Apesar do percurso não me ser favorável, gostei do ambiente, diverti-me, e acabei por ter um belo, e duro, treino! Para o ano, se puder, repetirei.
Pontos positivos:
- evento simpático, pequeno, com uma organização que se via amadora mas esforçada;
- oferta da Adega de Pegões, patrocinadora da prova, que deu a todos uma garrafa de vinho;
- secretariado rápido;
- bom ambiente;
- apesar de tudo, o percurso, novo para mim, mas e mesmo com aquela areia toda, divertido;
Ponto menos positivos:
- eu compreendo a razão, mas é mesmo pena ter que me deslocar no carro para ir tomar banho.
Como me vim embora logo após o banho, não posso falar sobre o almoço.
Pontos negativos:
(actualizado após duas semanas)
- as classificações, além de apenas terem saído duas semanas após a prova, saíram de forma, que considero errada, sem tempos por volta, e sem a ordenação correcta dado o tempo feito de cada um.
Percurso:
Ponto prévio, eu não estou habituado a andar em areia. Na minha zona, disso há pouco, e na Arrábida, felizmente também não abunda. Por isso, quando chego ao local das 2/4 Horas de Resistência Adega de Pegões, e faço o aquecimento, logo vi ao que vinha. Podem-me vocês dizer, pois e tal, aquela zona é assim mesmo, mas como eu não conhecia a zona (em cima da bike), fui um pouco às escuras. O percurso tinha um acumulado baixo (70m nos 8km do circuito), muita areia , sendo os primeiros 2/3 para rolar, onde as subidas e as descidas eram pouco pronunciadas, e o restante, tipo XCO, com muito sobe e desce, com pequenas subidas, mas muito inclinadas, terminando em curvas apertadas, e claro, com areia! Eh eh! Apesar do pouco acumulado, a prova, devido às características do seu piso (quando não era areia, era trilhos em terra partida ou no meio da erva), tornou-se bastante dura.
A minha prestação:
Já há uns tempos (desde início de Julho) que não competia, e apesar de ter vindo a treinar, o facto de ser uma prova pequena, com poucos atletas (a maioria com muita pedalada – foi impressionante ver o ritmo diabólico com que passaram os primeiros por mim, no meio daquela areia toda), ter andando a sentir-me um pouco cansado (provavelmente por ter aumentado a carga de treinos e o meu corpo ainda não se ter adaptado totalmente), e ser um tipo de percurso novo para mim, não tinha grandes expectativas em relação à prova, apenas de fazer um bom treino, em ritmo de competição. E acabou por ser isso mesmo que aconteceu: 2h18 a rolar a bom ritmo, acima dos 20km/h, sem paragens, sempre a tentar dar mais um bocadinho, forçando sempre para manter o ritmo, devido à areia, acabaram por tornar esta prova um óptimo treino, a pensar nas próximas provas. Quanto à classificação, estou à espera ainda que saia. Depois actualizo. (Após actualização: se interpretei correctamente, fiz 19º lugar em 37 participantes)


Dados finais:
47,5 km
6 voltas
2h18
370m acumulado
Pontos positivos:
- evento simpático, pequeno, com uma organização que se via amadora mas esforçada;
- oferta da Adega de Pegões, patrocinadora da prova, que deu a todos uma garrafa de vinho;
- secretariado rápido;
- bom ambiente;
- apesar de tudo, o percurso, novo para mim, mas e mesmo com aquela areia toda, divertido;
Ponto menos positivos:
- eu compreendo a razão, mas é mesmo pena ter que me deslocar no carro para ir tomar banho.
Como me vim embora logo após o banho, não posso falar sobre o almoço.
Pontos negativos:
(actualizado após duas semanas)
- as classificações, além de apenas terem saído duas semanas após a prova, saíram de forma, que considero errada, sem tempos por volta, e sem a ordenação correcta dado o tempo feito de cada um.
Percurso:
Ponto prévio, eu não estou habituado a andar em areia. Na minha zona, disso há pouco, e na Arrábida, felizmente também não abunda. Por isso, quando chego ao local das 2/4 Horas de Resistência Adega de Pegões, e faço o aquecimento, logo vi ao que vinha. Podem-me vocês dizer, pois e tal, aquela zona é assim mesmo, mas como eu não conhecia a zona (em cima da bike), fui um pouco às escuras. O percurso tinha um acumulado baixo (70m nos 8km do circuito), muita areia , sendo os primeiros 2/3 para rolar, onde as subidas e as descidas eram pouco pronunciadas, e o restante, tipo XCO, com muito sobe e desce, com pequenas subidas, mas muito inclinadas, terminando em curvas apertadas, e claro, com areia! Eh eh! Apesar do pouco acumulado, a prova, devido às características do seu piso (quando não era areia, era trilhos em terra partida ou no meio da erva), tornou-se bastante dura.
A minha prestação:
Já há uns tempos (desde início de Julho) que não competia, e apesar de ter vindo a treinar, o facto de ser uma prova pequena, com poucos atletas (a maioria com muita pedalada – foi impressionante ver o ritmo diabólico com que passaram os primeiros por mim, no meio daquela areia toda), ter andando a sentir-me um pouco cansado (provavelmente por ter aumentado a carga de treinos e o meu corpo ainda não se ter adaptado totalmente), e ser um tipo de percurso novo para mim, não tinha grandes expectativas em relação à prova, apenas de fazer um bom treino, em ritmo de competição. E acabou por ser isso mesmo que aconteceu: 2h18 a rolar a bom ritmo, acima dos 20km/h, sem paragens, sempre a tentar dar mais um bocadinho, forçando sempre para manter o ritmo, devido à areia, acabaram por tornar esta prova um óptimo treino, a pensar nas próximas provas. Quanto à classificação, estou à espera ainda que saia. Depois actualizo. (Após actualização: se interpretei correctamente, fiz 19º lugar em 37 participantes)
Dados finais:
47,5 km
6 voltas
2h18
370m acumulado
sábado, 3 de setembro de 2011
Trilhos da Raia - Idanha a Nova
Uma das minhas próximas provas vai ser uma estreia, e logo uma daquelas onde as expectativas são muito altas, tanto pelo que ouvi sobre a qualidade da organização, como, e principalmente, pela zona, que conheço, mas onde nunca andei de bike!
Vai ser um fim de semana com a mulher mesmo à maneira, e acompanhado de bons amigos!
Deixo aqui umas fotos para abrir o apetite!
Back to training
Depois de umas férias com muitas mudanças, lá irei voltar aos treinos a partir de hoje. Não andei propriamente parado, mas a partir de agora, os treinos voltarão a ser mais frequentes, voltando aos 3/4 treinos por semana, dentro do que a tendinite me permitir.
No entanto, o local de treinos alterou-se. Por motivos profissionais, o meu local de treinos para este próximo ano será a Serra Mãe. Passados alguns anos, volto a Setúbal, e enquanto aqui estiver, irei aproveitar uma das mecas do BTT em Portugal!
No entanto, o local de treinos alterou-se. Por motivos profissionais, o meu local de treinos para este próximo ano será a Serra Mãe. Passados alguns anos, volto a Setúbal, e enquanto aqui estiver, irei aproveitar uma das mecas do BTT em Portugal!
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